quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O que rolou... Setembro/2017

Ois!

Setembro já acabou. Passou rápido, mas pelo menos foi produtivo (e menos insano) e me trouxe leituras e filmes excelentes. Sem mais delongas, vamos ver o que rolou.

Livros

Li livros em setembro e todos foram absolutamente incríveis!



- Vulgo, Grace (Margaret Atwood): Mais uma obra impecável da autora canadense (a série está para estrear na Netflix!). Mais detalhes na resenha.
- Um Amor Incômodo (Elena Ferrante): Primeiro livro não-pertencente à quadrilogia napolitana que leio e o impacto foi o mesmo. Na verdade, mais forte. Porque se antes Ferrante teve 4 volumes para ir me derrubando aos poucos, este foi um nocaute com soco direto no queixo.
- We Have Always Lived in the Castle (Shirley Jackson): Medo inominável. Peculiar e interessante.
- As Virgens Suicidas (Jeffrey Eugenides): Mais de 15 anos depois de ver um dos meus filmes favoritos da vida, finalmente li o livro que o inspirou. E foi uma ótima experiência. Já quero rever a adaptação.

Filmes


Assisti a 21 filmes em setembro. Aqui vai uma listinha por áreas de interesse (minhas) nos filmes. Favorito dos favoritos: ‘It – A coisa’, ‘Black Sabbath – The end of the end’ e todos os coreanos.

Para o #vejamaismulheres:
- Asas: Mais um título para completar a segunda leva de filmes de diretoras do leste europeu (o post temático com esse e outros 4 títulos está AQUI).
- A escolha perfeita 2: Gostei um tiquinho mais desse segundo filme. E que venha o terceiro! (Em breve sai o post temático com 5 comédias dirigidas por mulheres).
- Quatro amigas e um casamento: Eu já havia tentado assistir a esse filme antes e desistido em menos de 10 minutos. Dei mais uma chance e é realmente ruim. Tudo errado. Elas não são amigas e o filme não é engraçado.
- Todas contra John: Comédia High School divertida. E uma trilha sonora bacana.
- A noite é delas: De todas essas comédias que envolvem casamento/damas de honra, esta foi a única que me fez rir. E isso já vale muito.
- Loucas por amor, viciadas em dinheiro: Adoro filmes sobre golpes. Foi bom rever esse.

Just for fun:
- Okja: Achei legalzinho, mas nada que justifique o hype.
- Uma noite de crime 3 – O ano da eleição: Acho o primeiro filme da série bem tenso. O segundo já desandou um pouco. Esse começou bem, mas tem muitas cenas vergonhosas de tão desnecessárias. Já deu.
- It – A coisa: Divertido e assustador na medida. Já aguardo loucamente a parte 2 (e quero Amy Adams como a Beverly adulta!)
- Medo: Simplesmente sensacional! (falei desse e dos outros 4 filmes no post especial 'E o tema é... Filmes Sul-Coreanos').  
- Invasão zumbi: Não é apenas uma epidemia de zumbis, é uma epidemia de zumbis em um espaço confinado. Tenso pra caramba. Gostei muito.
- The villainess: Eu sinto enjoo com facilidade, então foi difícil sobreviver a quase 5 minutos iniciais de matança no corredor com a câmera mostrando a visão da personagem. Mas o filme tem cenas insanas e, embora requeira atenção para acompanhar as idas e vindas da trama, não decepciona. Mais um ótimo exemplar de filmes coreanos de vingança.
- A criada: Eu já tinha assistido à maravilhosa versão da BBC (e falado dela AQUI), mas decidi ver esse filme porque Park Chan-wook é um dos meus diretores favoritos. Não me decepcionei. A transposição da trama da Era Vitoriana para a década de 30 na Coreia do Sul inseriu novos conflitos e o teor erótico adicionado é bem encaixado. Mas é interessante notar como a relação entre patroa e empregada mudou, bem como a relevância da dona da taberna. Uma diretora e um diretor filmando a mesma história: fácil perceber o que é realmente importante para cada um.
- Mother – A busca pela verdade: Na primeira hora do filme os acontecimentos seguem como esperado, com a mãe se desdobrando para provar a inocência do filho. Na segunda metade a mãe se empenha ainda mais, e então vem a pergunta: vale tudo para livrar um ente querido de uma enrascada? Mais um ótimo filme sul-coreano que resgatei das profundezas do HD externo.
- A escolha perfeita: A história não é lá aquelas coisas, mas admiro quem sabe cantar. E gosto desses mash-ups.
- Las insoladas: Legalzinho. Suei só de ver as minas tomando sol o dia todo...rs.
- O jantar: Eu já não tinha gostado muito da adaptação holandesa. A versão americana conseguiu acabar de vez com a história. Vamos tentar a italiana para ver se chega perto da maravilha que é o livro.
- Um amor incômodo: Apesar de ser uma adaptação fiel do livro da Elena Ferrante, obviamente não tem o mesmo impacto. Mas pelo menos dá uma luz para quem se sentir perdido no pensamento caótico de Delia.
- O lar das crianças peculiares: Meio bléééé.
- Mãe!: Gostei do visual, gostei da ambientação, gostei da câmera colada nos atores, gostei da simbologia, mas mesmo assim fiquei com a sensação de que poderia ter sido melhor.
- Black Sabbath – The end of the end: Foi muito legal ver no cinema. Melhor, só se tivesse ido ao show.

Séries

Terminei a quarta e última temporada de 'The Tudors' (foi boa, mas ainda acho a segunda imbatível) e comecei a ver a terceira temporada de ‘Better Call Saul’ (gosto mais desse spin-off do que de ‘Breaking Bad’ – me julguem).

E vocês, o que fizeram de bom de setembro?

Beijo!

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